Olá intrépidos! Já escrevi aqui qual é a minha religião, mas não custa repetir. Sou espírita, aquela do Allan Kardec, para os antigos: Mesa Branca.
Quando eu era criança, loira natural, estava com problemas de saúde. Eu tinha muita febre e tinha convulsões. Tá, tá, é por isso que sou assim, ha, ha, ha. O texto é sério!
Minha mãe nesta época era católica e para obter a minha cura, fez promessa a Nossa Senhora Aparecida, que consistia em me levar ao santuário em Aparecida.
O tempo foi passando e nada da minha mãe pagar a dívida com a Santa. Neste Natal, meu namorado Nilzo, que é católico, me levou para conhecer o Santuário antes de descermos para a praia. Aceitei, pois tenho muito sentimentos, respeito e amor por Nossa Senhora e enfim a promessa seria paga mesmo que indiretamente. Será que é válido? Católicos de plantão, por favor preciso de consulta religiosa.
O lugar é lindo. A igreja, a imagem enfim é um clima de muita fé e de muita emoção. Rezei bastante, agradeci mais ainda. A parte onde ocorrem as confissões tem uma pregação prévia muito bem conduzida pelo padre, gostei. Não, intrépidos, eu não me confessei.
Tomamos a rampa para visitar a antiga igreja. Estávamos com fome e lá no alto fomos abordados por homens anunciando que no Restaurante Boi na Brasa você poderia comer o quanto quisesse pelo preço de R$ 12,00. Entramos.
Para nossa surpresa o valor já não era o anunciado na rua, mas o garçom "muito camarada" disse que para nós poderia fazer por R$ 15,00. Aceitamos, pedimos Coca-Cola, tudo bem que o filé ao molho madeira, virou carne de panela com molho, o tomate estava com gosto de passado, mas a fome supera tais "detalhes".
Em dado momento eu notei que os números das mesas estavam fixados nas paredes e que havia uma pequena inscrição abaixo de cada número. Olhei pra trás e li: "Cobramos o serviço do garçon" Conclui: Esta brincadeira vai ficar cara!
Não deu outra. Este almoço meia boca ficou em R$ 52,00!! Tomamos 3 refrigerantes que custaram R$ 5,00 cada! Mesmo sendo comercial eles tiveram a audácia de cobrar o serviço do garçon. Nós nos revoltamos e... não deu em nada.
O garçom teve a audácia de dizer que, os homens que nos abordaram falam qualquer coisa pra colocar gente no restaurante, que ganham por pessoa que entra, e que (pasmem) o restaurante não tem responsabilidade alguma com tais "colaboradores". Pelo visto Código de Defesa do Consumidor não existe naquele local.
Nunca me senti tão explorada e muito revoltada porque as pessoas que lá frequentam estão emocionadas com toda a situação e lugar, muitas pagam promessas e são tratadas assim. Onde está o PROCON local? De folga! Não um mísero posto de atendimento aos fiéis nem "de meio período"!
O garçom teve a audácia de dizer que, os homens que nos abordaram falam qualquer coisa pra colocar gente no restaurante, que ganham por pessoa que entra, e que (pasmem) o restaurante não tem responsabilidade alguma com tais "colaboradores". Pelo visto Código de Defesa do Consumidor não existe naquele local.
Nunca me senti tão explorada e muito revoltada porque as pessoas que lá frequentam estão emocionadas com toda a situação e lugar, muitas pagam promessas e são tratadas assim. Onde está o PROCON local? De folga! Não um mísero posto de atendimento aos fiéis nem "de meio período"!
Detalhe, procuramos o lugar para fazer uma reclamação formal e ficamos sabendo que eles não poderiam fazer nada, que teríamos que ingressar com uma reclamação no Procon de nossa cidade ou chamar a polícia de lá, de Aparecida. Para piorar ficamos sabendo que isso é comum, que TODOS praticam esta exploração da fé alheia. Um absurdo!!
A polícia não resolveria muita coisa e perderíamos horas com o boletim de ocorrência etc. Guardei a nota fiscal, que espertamente a moça do caixa teve a pachorra de não incluir o valor total do que pagamos, peguei também o panfleto do local. Vou ver o que faço judicialmente, mas de início vou iniciar pela net.
ATENÇÃO: Em visita ao Santuário de Aparecida não passem nem na porta do Restaurante chamado Boi na Brasa. As peregrinações ocorrem desde muito tempo, a exploração também.






