... Eu me aproximei dos seus lábios meio sem jeito. A ansiedade em beijá-la era tamanha, que eu quis fazer disso um momento inesquecível. E foi, não como eu imaginara, mas foi. Eu bati meu dente no dela e ambos recuamos com o choque, rindo.
Depois com mais calma, retomamos o que fazíamos. Inicialmente um selinho de reconhecimento, depois um aventura labial, uma mordiscada e enfim línguas e salivas. Minhas mãos criaram vida própria e a puxou para bem junto a mim.
O calor do seu corpo, seu cheiro e sua pela firme e macia foram irresistíveis e assim fui obrigado a lhe enterrar os caninos na jugular. Ela não protestou, serviu-se em sacrifício de um amor recém criado e depois disso eu teria que decidir se o perpetuaria pela eternidade ou se tudo aquilo não passaria e um banquete...
