domingo, 2 de dezembro de 2012

Derretendo mais que vela no Cruzeiro de Cemitério em dia de Finados = Concurso para Escrevente


Olá queridos leitores! Cá estou eu contribuindo para o meu super ego com uma narrativa de minhas peripécias. Desta vez, esta intrépida que vos fala se inscreveu para o concurso de Escrevente.
Como sabem, estou namorando um homem que reside em Maracaí e aqui tenho que fazer algumas considerações:
1º estou namorando;
2º é um Homem mesmo e por fim
3º Maracaí existe e não fica ao lado da Ilha de Lost.
Para este concurso eu me inscrevi para a Região de Assis. Sabem como é... quero casar gente, constituir Família.

O concurso foi difícil, ainda mais para mim que não estudei, mas antes que você, caro leitor, pense que fiquei na folga e por isso não estudei, se engana. Meus dias estão muito corridos. Estou batalhando mesmo em busca do meu lugar ao Sol!

Não escrevo este pra falar do concurso, mas o que houve antes disso. Deixei minha irmã no Campus I da UNOESTE, local de sua prova era 13h00min, a prova começaria às 14h00min, e me dirigi para o Campus II da mesma Universidade. Aí começa o meu despreparo.

Digo isso porque eu deveria ter pego uma rota maior, indo pelo Bairro Ana Jacinta e não pela Rodovia porque o congestionamento de carros estava no CEASA, muuiiitttoooo longe da UNOESTE. Abaixo está o mapa do Pai, o Google para ilustrar o que digo



Nessas horas você separa os homens de verdade do FDP, a estrada que peguei é uma vicinal paralela a rodovia. Ela é mão dupla. No congestionamento o que teve de carro que andou na contramão pra chegar lá na frente entrar na via correta na frente dos honestos, como eu! Brincadeira! Colei no Fox Branco, placa de Adamantina, colei tanto que tive que tomar cuidado pra não bater na traseira dele.

Eu estava suando em bicas, meu carro não tem ar e naquela situação não era possível engatar a segunda e esse bando de subdesenvolvidos furando a fila! Já era 13h30min e eu ainda estava longe da Universidade. Muitos candidatos estavam descendo dos carros e continuando o caminho a pé o caminho, porém eu estava sozinha e não de carona.

Quando estava chegando o acesso a entrada da Universidade eu fiquei com o diabo no couro. NINGUÉM PASSARIA A MINHA VEZ. Peitei até uma caminhonete, o motorista desta teria que bater no Heidi (meu Uno Mille Fire 1.0) pra poder passar... Não passou!!

Desisti de entrar no Campus. Fui reto procurar uma vaga e a encontrei a pelo menos a 01 km da entrada. Ainda teria um grande trecho até o Bloco 03, que eu não tinha certeza de onde era e até a sala 41 no segundo andar deste. Corri, quando eu consegui sentar no lugar com meu nome era 14h51min. Ufa! Nunca lutei tanto pra queimar meus neurônios.

A candidata sentada à minha frente se virou para ver o meu nome. O dela é Nilce e ela havia imaginado que o meu também seria. Não sei porque continuei o papo com ela enquanto a prova não começava. Ela me disse que estava prestando pra Região de Prudente, que ela é de Adamantina... Neste momento eu a interrompi e perguntei se ela estava em um Fox Branco... estava!! Eu lhe disse que era eu atrás do carro dela e ela comentou que ela e sua filha se apiedaram de mim por estar sozinha e ainda ter que procurar lugar onde deixar o carro. Eles também estavam na mesma filosofia: Ninguém passa na minha frente kkk trocamos e-mail. Quem sabe daí sai uma amizade pelo menos, aprovação se não vier a gente tenta de novo.

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