Olá queridos leitores! Cá estou
eu contribuindo para o meu super ego com uma narrativa de minhas peripécias.
Desta vez, esta intrépida que vos fala se inscreveu para o concurso de
Escrevente.
Como sabem, estou namorando um
homem que reside em Maracaí e aqui tenho que fazer algumas considerações:
1º estou namorando;
2º é um Homem mesmo e por fim
3º Maracaí existe e não fica ao
lado da Ilha de Lost.
Para este concurso eu me inscrevi
para a Região de Assis. Sabem como é... quero casar gente, constituir Família.
O concurso foi difícil, ainda
mais para mim que não estudei, mas antes que você, caro leitor, pense que
fiquei na folga e por isso não estudei, se engana. Meus dias estão muito
corridos. Estou batalhando mesmo em busca do meu lugar ao Sol!
Não escrevo este pra falar do
concurso, mas o que houve antes disso. Deixei minha irmã no Campus I da
UNOESTE, local de sua prova era 13h00min, a prova começaria às 14h00min, e me
dirigi para o Campus II da mesma Universidade. Aí começa o meu despreparo.
Digo isso porque eu deveria ter
pego uma rota maior, indo pelo Bairro Ana Jacinta e não pela Rodovia porque o
congestionamento de carros estava no CEASA, muuiiitttoooo longe da UNOESTE.
Abaixo está o mapa do Pai, o Google para ilustrar o que digo
Nessas horas você separa os
homens de verdade do FDP, a estrada que peguei é uma vicinal paralela a
rodovia. Ela é mão dupla. No congestionamento o que teve de carro que andou na
contramão pra chegar lá na frente entrar na via correta na frente dos honestos,
como eu! Brincadeira! Colei no Fox Branco, placa de
Adamantina, colei tanto que tive que tomar cuidado pra não bater na traseira
dele.
Eu estava suando em bicas, meu
carro não tem ar e naquela situação não era possível engatar a segunda e esse
bando de subdesenvolvidos furando a fila! Já era 13h30min e eu ainda estava
longe da Universidade. Muitos candidatos estavam descendo dos carros e
continuando o caminho a pé o caminho, porém eu estava sozinha e não de carona.
Quando estava chegando o acesso a entrada da Universidade eu fiquei com o diabo
no couro. NINGUÉM PASSARIA A MINHA VEZ. Peitei até uma caminhonete, o motorista
desta teria que bater no Heidi (meu Uno Mille Fire 1.0) pra poder passar... Não
passou!!
Desisti de entrar no Campus. Fui
reto procurar uma vaga e a encontrei a pelo menos a 01 km da entrada. Ainda teria
um grande trecho até o Bloco 03, que eu não tinha certeza de onde era e até a
sala 41 no segundo andar deste. Corri, quando eu consegui sentar no lugar com
meu nome era 14h51min. Ufa! Nunca lutei tanto pra queimar meus neurônios.
A candidata sentada à minha
frente se virou para ver o meu nome. O dela é Nilce e ela havia imaginado que o
meu também seria. Não sei porque continuei o papo com ela enquanto a prova não
começava. Ela me disse que estava prestando pra Região de Prudente, que ela é
de Adamantina... Neste momento eu a interrompi e perguntei se ela estava em um Fox Branco... estava!! Eu
lhe disse que era eu atrás do carro dela e ela comentou que ela e sua filha se
apiedaram de mim por estar sozinha e ainda ter que procurar lugar onde deixar o
carro. Eles também estavam na mesma filosofia: Ninguém passa na minha frente kkk
trocamos e-mail. Quem sabe daí sai uma amizade pelo menos, aprovação se não vier a gente tenta de novo.

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