
Em uma publicação anterior eu declarei que tinha receio de ingressar no Rotary e de maneira preconceituosa "insinuei" se haveria vida depois do Rotaract. Nesta citei um episódio inusitado e insólito que me fez desfazer o mito e que passo a narrar. Evidente que não citarei todos os nomes dos envolvidos para evitar uma eventual ação judicial e um erro de digitação (e porque também eu não me lembro!)
Meu companheiro de Rotary, Eduardo Tannus declarou que certa vez seu irmão e outros companheiros de Rotary foram aplicar um trote em dois novos companheiros (fiquei passada com a situação... e depois pensei em fazer o mesmo... depois d'eu virar Veterana, é claro). Levaram as vítimas ao cemitério de Prudente, São João Batista (pra variar este nome!) e lhes disseram que eles iriam "ensaiar" o enterro dos novatos. Ficou assim: os novatos ao centro e os veteranos alardeando-os como se estivessem carregando as alças dos caixões. E lá foram eles à passos lentos e penosos. Cumpriram o "ritual" até o fim!
Ao final o companheiro Tannus relatou ainda que dos que participaram do trote apenas aqueles que bancaram os defuntos estão vivos, os demais hoje são associados do Rotary Club do Além, sob a presidência de RI (A) de Paul Harris (piada interna, desculpa aí), inclusive o seu irmão!