
Outro dia vi uma notícia no site Yahoo que me deixou ao mesmo tempo idignada e feliz.
Tratava-se da narrativa dos aconteceimentos no último jogo do São Paulo, onde a torcida organizada denominada Independente ofenderam o jogador Richarlyson e a torcida do São Paulo além de responder a ofensa, saudou o jogador, respeitando-o como profissional e ser humano.
Faço minha quase todas as palavras desta torcida que clamaram: "Independente vai se F... (melhor omitir) o meu time não precisa de você!"
Retirando o palavrão as demais palavras foram necessárias, pois muitas destas denominadas organizadas tem que aprender a respeitar o próximo, respeitar o time que dizem tanto amar, senão o beijo dado no escudo deste mesmo time torna-se uma ofensa.
Não entrarei no mérito da atuação boa ou ruim do jogador ofendido. Se está jogando ruim, critique isso. Se não se dedica ao seu empregador (isso mesmo, empregador. Ou alguém acha que jogador de futebol trabalha de graça?!) critique isso também. Mas nunca a honra, a moral.
Sou corintiana, ou melhor, curinthiana e me revoltaria muito se algo desse tipo acontecesse. Isso é coisa de marginal e não de torcedor. E infelizmente, muitos meliantes se infiltram nas organizadas para se beneficiar, como por exemplo, do ingresso que elas (torcidas) ganham.
Quer ir ao jogo? PAGA! O pai de família paga, por que o privilégio? Eu acredito que o bolso, segundo órgão vital do homem, pode dar jeito em muita coisa ruim que acontece nos estádios.
Outra situação. Violência fora dos estádios. Qualquer tumulto ou briga que acontecer em qualquer ponto da cidade envolvendo torcedor de organizada, é só o time ficar no mínimo um jogo de seu mando sem vender ingresso. Além de não ter a torcida não terá a renda ($). Eu duvido, DU VI DO que a situação não mude!
Sem falar nos cambistas... mas esta fica pra próxima porque o assunto rendeu demais...