terça-feira, 16 de julho de 2013

Vergonha gratuita de um Metaleiro - #PlannoD




Eu confesso! Sou fã de Metal, metal sinfônico, metal gótico e um pouco de heavy também. Mas isso muita gente já sabe. Minha confissão é do passado, ou melhor dizendo, "meu passado me condena". Isso mesmo caríssimos e intrépidos leitores, eu já curti... Sertanejo....

Antes que você costure meu nome na boca do sapo ou faça um bonequinho metaleiro zumbi com a minha cara, deixa eu explicar. Eu nunca curti aquelas duplas que só grava dor de corno, então Zezé de Camargo (Amargo) e Luciano (Siachano) nunca teve meu gosto. Sou daquelas que pegam a letra da música com faciliade. Agora imagina que tortura chinesa decorar aquelas letras melosas e citadas da citada dupla. Prefiro uma lobotomia sem anestesia.

Aquele sertanejo antigo eu sei as letras e canto porque são clássicos e não ficam circunscritas aos temas: ela me deixou, ela me trocou por outro, eu estou na fossa sem ela etc e tal. Falam do campo, das alegrias e dificuldades da vida, ou seja, temas variados.

Outro detalhe. Eu gosto da dupla ou do cantor e consequentemente acabo curtindo as músicas (se forem variadas, lógico). Por exemplo, eu estava começando a curtir a Paula Fernandes. Tem uma música que ela canta sobre o estado de Minas Gerais que é muita linda, mas depois que eu soube que a cantora é intragável, depois que ela fez um show de antipatia aqui na minha terra... esquece, caiu no meu conceito e eu não ouço mais.

Uma dupla que eu adoro é o Chrystian e Ralf. Os caras cantam bem, fazem sertanejo diversificado e são divertidíssimos. Eu acho que tenho uma fita cassete pirata deles até hoje (calma gente, eu ganhei a fita). Creio que a dupla Munhoz e Mariano também seguirão esta linha. Que os Deuses Sertanejos os abençoe, pois a coisa tá limitada.

Outra confissão, mas nesta a explicação está na idade, eu curtia ... Menudos!! O Robby era o meu predileto kkkk mas isso eu era adolescente, deem um desconto. Qual adolescente não passou por esta fase com uma boy band embalando suas paixões platônicas? Atirem a primeira pedra!! 

Assistam ao vídeo acima e se quiserem confessem algo nos comentários. Quanto a mim não tinha e não tenho medo de confessar este passado. Beijos, fui

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Água Mole em cabeça Dura

Tive um final de semana que me fez repensar algumas coisas em mim. Ariana, teimosa que sou fiquei PUTA da vida com a falta de compromisso e companheirismo de uns e outros. Pra resumir, se eu não tivesse no local a coisa teria ficado Punk. Só isso que vou dizer, sem mais detalhes.

Não, eu não me considero a super mulher ou a mais devotada das voluntárias. Não é isso. Muito menos quero louros ou aplausos para mim. Eu simplesmente quero dizer que eu preciso para de ruminar certas coisas.

Quando algo que considero injusto acontece, seja comigo ou não, eu impludo de raiva e continuo implodindo cada vez mais por horas a fio. Ou melhor dizendo, eu fico regurgitando aquele sentimento ruim mesmo sabendo que fará mal apenas a mim mesma.

Ah como é Santa esta Nilka! Não, não sou, tanto que concordo que a minha visão do certo ou errado passa pelo meu caráter como critério de avaliação. Resultado: Nilka Falha, julgamento falho. Quero dizer que eu não tenho como dar jeito no mundo e muito menos que o Mundo quer que eu lhe dê jeito!

O meu querido ficou me pedindo para relevar, dizendo, "já passou", retruquei que não, que por isso o brasileiro toma na cabeça. Porque deixa pra lá tudo ao seu redor. Aí a ficha caiu, nesta situação meu namorado e eu estamos em oposição. Eu "clamo" por Justiça e ele que se deixe de lado.

Concluo que na vida eu tenho que encontrar um meio termo pras coisas. Isto não significa que eu vá ferir meus princípios éticos, morais, religiosos e afins pura e simplesmente para não ser mau quista. Todavia não serei a chata que fica apontando o dedo para os outros.

Daqui pra frente vou sempre me questionar: eu quero ser sempre a Certa ou quero ser uma pessoa agradável? Falar é Prata, Calar é Ouro.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

In - Certo

Eu queria ter o cabelo azul. Azul anil ou azul turquesa ou azul da Prússia. O que me importa é que seja azul. Eu amo azul!

Eu quero também uma tatuagem. Uma bem grande que tome minha coxa direita inteira ou minhas costas toda. As costas é melhor porque assim de frente eu pareceria "normal" e por trás... a gosto do freguês.

Mas eu não tinjo meu cabelo de azul ou qualquer outra cor similar e muito menos faço uma tatuagem em mim. Não que não goste.

Dependendo do dia a justificativa. Hoje por exemplo, me acho velha demais pra isso. Eu sempre me acho velha às segundas-feiras. Apesar de ser quarta o dia de hoje, PQP tá com cara de segundona brava. Numa sexta-feira eu até encararia uma tatoo de henna.

EU NÃO SOU COVARDE! Como uma típica ariana, eu me cansaria do mesmo desenho e logo viraria um gibi ambulante. Os cabelos azuis até rolaria se não fossem os constantes retoques. E lá se vão vontades, assassinadas pela lógica adulta. Sei lá se tem lógica isso.

Quererei amanhã ou depois um sapato da Carmen Steffens e no sábado um coturno de bombeiro. Ledo engano quem pensa que o segundo é mais fácil possuir que o primeiro. Como me disse meu amigo Robertt, um bom coturno de bombeiro custa R$ 400,00.

Tenho muitas incertezas e vontades. Mas estou certa de uma coisa que se realizará em setembro ou outubro... Te amo gato!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A mulher que somos. A mulher que o mundo vê

Olá, como vai você nesta véspera de feriado? Eu estou bem. Estou mais uma vez em Maracaí City. E duas notícias chamaram a minha atenção na internet hoje. Foram a festa de São Firmino e as manifestações no Egito.
 
O que elas tem em comum? Muita coisa, meu intrépido leitor. Aqui farei um parâmetro sob o aspecto feminino. O Bol traz em sua capa estas duas matérias.
 
Em Pamplona, norte da Espanha, acontece todos os anos a Festa de São Firmino. Não vou falar aqui das corridas com os touros, apesar de não concordar com elas e muito menos com as touradas. Falarei de uma aglomeração de gente, massa de tomate ou algo similar e muita lascívia.
 
O Bol traz a seguinte chamada: "Elas se jogam", trazendo imagens de mulheres sobre os ombros de homens, cercadas por inúmeros outros, que lhes acariciam, apalpam e despem seus corpos. Isso mesmo, eu disse despem. Em uma imagem uma jovem está com pelo menos cinco mãos diferentes apertando seus seios. Em outra, nota-se que além da blusa estar sendo rasgada, a calcinha da "festejante" está sendo retirada.
 
Sobre as egípcias algo semelhante ocorre, mas com um contexto e vontade completamente opostos. Enquanto que na Espanha as mulheres parecem se deliciar, na terra dos faraós as mulheres que saem as ruas para manifestar ou até acompanhar uma passeata religiosa estão sendo estupradas!
 
Os homens simplesmente cercam uma mulher e comaçam a tocar seu corpo, jogam a vítima no chão e estupram. Até os jovens declararam ir a praça para ver tal ato como se fazer sexo com uma mulher sem seu concentimento não significasse nada. Tal fato é motivo de piada.
 
Na praça Tahrir, Cairo, do dia 28 de junho ao dia 03 de julho foram registrados 180 casos de ataques sexuais. Estes dados não são precisos porque muitas mulheres não denunciam. É perigoso sair às ruas e hoje o que vemos de inusitado é um cordão de isolamento feito por homens usando coletes amarelos. Eles ficam ao redor do grupo de mulheres para garatirem um pouco de segurança. Entretanto em meio ao caos dificilmente este cordão de isolemento protege alguém, na minha opinião.
 
Intala-se a bálburdia onde muitos dos homens fingem estar auxiliando a mulher enrredada por outros homens, mas que na verdade estão cometendo a mesma violência. Usa-se inúmeras desculpas para a violência cometida, desde a falta de emprego, depressão até impedir que as mulheres se manifestem. Nesta desculpa há um cunho religioso por parte da ala muçulmana, entretanto tal fato não se confirmou.
 
Aí, eu, na minha pequenez, pergunto pra que fizemos a revolução, brigamos para ter liberdade e respeito, pra no final sermos apalpadas em meio a molho de tomate? As feministas radicais devem estar revirando no túmulo. E não vamos pichar pedra na Espanha, afinal, temos muitos bailes, festas, programas de TV etc e tal que conclama o respeito e a desvulgarização da mulher, não é?
 
Somos amplamente respeitadas pelo que pensamos e agimos e não se temos abdomen com gominhos, peitos de silicone ou a bunda igual da mulher do Belo (Deusémais). Eu não sou do tipo radical. Quer colocar silicone, beleza, vai lá, mas leia um livro. Quer ficar parecendo o Conan versão Drag, fazer o que? Mas também treine a caridade, o raciocínio e o respeito.
 
 Mulheres, valorizem-se! Não vou me surpreender se alguma coisa parecida começar a acontecer nas manifestações aqui no Brasil. Resultado de uma nivelação baixa, rasteira, ao nível da lama, para não dizer outra coisa.
 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Desposse


Discurso de despedida da Presidência do Rotary Club de Presidente Prudente - Nascente, Distrito 4510




Boa noite a todos. Eu sou Nilcéa Inaê Queiroz Costa, e na família rotária eu sou Nilka Costa, classificação: advocacia imobiliária. Há um ano iniciava a minha gestão como presidente deste Rotary Club. Eu pensava comigo que colocaria em prática o que havia aprendido com os grandes presidentes de Rotary que tive o privilégio de conhecer. Eu queria fazer bonito e dar continuidade a trabalho daqueles que me precederam.
Desde quando eu me conheço por gente no Rotary, ou seja, desde 1995 eu sonhei em ser presidente do Rotary. Eu era uma rotaractiana sonhadora. Eu sonhei ser rotariana e quando me tornei, sonhei ser presidente. Como disse Fernando Pessoa: “Tenho em mim todos os sonhos do mundo”
Enfim este sonho se tornou realidade. Fui uma ótima presidente? Com certeza não. O Edson será melhor do que eu? Com certeza será! Oxalá que o seja, porque o Nascente merece. Merece crescer, merece trabalhar muito, merece fazer a diferença na sociedade prudentina.
Eu agradeço por tudo o que passei nesta gestão, pelas dificuldades, pelas quedas, pelas incertezas e tudo o mais que eu vivi. Agradeço a cada companheiro e companheira que me olharam tão carinhosamente, depositando em mim a confiança de que os conduziria às boas paragens. Muito Obrigada! Agradeço a minha família que compreenderam a minha ausência, ou melhor, dizendo, a ausência dupla, pois a Ná sempre estava comigo. A outrora rotaractiana, hoje rotariana está mais crescida, experiente.
Pra finalizar faço minhas as palavras de Fernando Pessoa mais uma vez: “Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso”. Um dia eu almejei ser rotariana, depois sonhei ser presidente de Rotary... quem sabe um dia Governadora?! Quem há de saber?
Obrigada.