quinta-feira, 14 de maio de 2020

Série Chocolate da Netflix


O que eu não gostei no K-drama Chocolate

A história é interessante e bem amarrada. A filmagem foge do que somos acostumados, vemos uso e costumes diferentes dos ocidentais, apesar de que eu não sei até onde as imagens retratam a realidade

As personagens são ricas, não são simples. Elas têm suas qualidades e defeitos. Não é uma divisão simplória entre o bem e o mal, entre mocinhos e bandidos.

Porém, sim tem entretantos, afinal, estou escrevendo o que não gostei na história. A Moon Cha Young sofreu a maior parte dos episódios, curtindo um amor platônico por Lee Kang. Ela chegou a ser hostilizada por ele. E quando finalmente ele descobre quem ela era, o que ela faz? Se atira nos braços dele? Engata uma primeira e usa todas as forças para conquistar aquele coração gelado? NÃO. Ela inicia um comportamento frio, distante, enquanto ele passa a ser uma pessoa doce, amorosa, dizendo coisas românticas a ela, ela fica com cara de chuchu! Sabem aquela cara de quem comeu e não gostou? Cara de quem diz: quem incomoda? Essa é a cara dela.

CUIDADO SPOILERS

Ela ficou super mal após o reencontro com a mãe, compreensível. Ele foi mega companheiro, e o que ela fez? Fugiu dele e até agora eu não entendi o motivo disso. Quando ele mentiu sobre a morte da mãe dele, aí eu vi um impeditivo para o casal terminar juntos. Este sim seria um excelente motivo para ela desejar ficar longe e fugir pra Grécia.

E mesmo o motivo da morte da mãe dele é fraco. Lembram que no dia em que Lee Kang ia fazer aquele prato especial para o seu melhor amigo, aquele advogado que era namorado da Moon Cha Young? Então, ele esqueceu o caderno de receitas da mãe dele na cozinha do hospital e ela encontrou. Na capa havia o nome da mãe dele, e para mim, seria muita coincidência a mulher que a salvou nos escombros das lojas ter o mesmo nome da dona do caderno de receitas, mãe de seu grande amor.

De resto a trilha sonora é linda. Estou interessada em assistir mais dessas narrativas, principalmente com o ator que interpretou o Lee Kang. Gostei muito das diferentes nuances de interpretação ao longo dos episódios. Excelente ator!

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Um pouco de Nando Reis

É impressão minha ou o discurso do Presidente parece uma miscelânea de tudo e todos, sem foco algum? Ele precisa ter um arqui-inimigo, ele precisa bancar o herói. E agora, com a demissão do Ministro Sérgio Moro, ele aponta para a massa acéfala que o ex ministro o chantageou para conseguir uma vaga no STF.

E para a surpresa de todos foi o Moro elogiar o PT kkkkk O mundo está ao contrário e ninguém reparou

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Você não é o Coiso

A futura Prô Nilka está inspirada hoje. Vamos a aula virtual?

Estou assistindo a um vídeo enviado pelos professores da Univesp. Trata-se de um experimento feito pela professora Jane Elliot, onde ela ensina de maneira verdadeira sobre a discriminação.

Quem tiver curiosidade, procurem no YouTube: Jane Elliot Olhos Azuis. No experimento as crianças de olhos castanhos são taxadas de inferiores e burras. São proibidas de brincar com as crianças de olhos azuis, estas são superiores.

Em 15 minutos, crianças doces e gentis se tornaram criaturas abomináveis, ou como ela classificou um deles, nazistinha miserável. Eles se encontram quinze anos depois, a professora pergunta ao aluno, que se tornou terrível no experimento, "por que você queria tanto discriminar esses meninos?"
E ele respondeu: "passei a ser ruim à beça! Todas as inibições tinham ido embora, e não importava se eram meus amigos..."

Aqui eu me atrevo a lecionar algo que trago no coração. A professora Jane, ou o professor, a professora em si, são figuras de autoridade na sala de aula. Eles e elas estão ali como fonte de conhecimento, segurança e autoridade. Professora Jane com essa legitimidade autoriza os ditos superiores a agirem daquela forma. Ela era a Lei Suprema e tinha regulado quem eram melhor e quem era pior. Os inferiores que se submetessem. E isto não foi um trocadilho inocente.

Eu uma discussão com um apoiador do Bolsonaro, essa pessoa argumentou que aquele cidadão, hoje presidente, não força ninguém a fazer barbaridades, a ser homofóbico, a ser preconceituoso, ou agir de maneira equivocada, vamos assim dizer. MAS, isso, vem um mas, ele, o Bozo, o Coiso, o Bolsonaro é a nossa autoridade maior, posso não gostar da ideia, entretanto ele foi eleito e é o Presidente do Brasil!.
Assim, se ele age de uma forma que legitima, autoriza, incentiva atitudes discriminatórias, contrária a ciência, negacionista histórico, conspiracionista, or que eu, comum do povo, não posso ser/fazer da mesma maneira?

Hora do intervalo aluninhos. Cuidado com a indigestão ao pensarem no que falei.




quinta-feira, 26 de março de 2020

Vamos sobreviver?

Estamos em 2.020. Estou no terceiro ano de Pedagogia e em casa por causa da pandemia do Corona Vírus (COVID 19). Minhas postagens aqui não estão sobrevivendo a minha preguiça e falta de tempo, eu espero sobreviver a Univesp.

Eita faculdade danada de boa e cruel feito Gargamel! Misericórdia!! Estamos estudando Fundamentos de Matemática esse bimestre. Pensa em uma matéria chata. Não estamos fazendo contas. Eu ma-lê-má faço regra de 3,é tudo algo mais "filosófico" o que pra mim torna tudo uma viagem psicodélica.

Ano passado já tivemos essa matéria e pasmem, fiquei com 10! Até agora eu não acredito. Tudo graças a ajuda das lives, mais precisamente a ajuda de um facilitador chamado Fernando. Valeu Fer! Pitágoras o abençoe sempre!!

Mas esse bimestre está de arrancar o couro e salgar. A boa nova (sim, tragos boas notícias, intrépidos) é que pelo segundo seletivo que presto pela prefeitura municipal de Maracaí, eu fico em Quarto Lugar. DRACULACA! (tenho uma filha que gosta da série Hotel Transylvania). No primeiro seletivo eu prestei pra PDI, que é professor de creche. Nesse último eu prestei para PEB 1 que é professor de pré 1 em diante (bem, acho eu). Ainda não estou familiarizada com os cargos e concursos na área da educação.

Reconheço que este sucesso vem muito da base que estou tendo da Univesp. Eu não estudei para nenhum desses concursos, quero dizer, seletivos. Também há o fato d'eu ter tido uma boa formação escolar, afinal estudei no SESI e na escola estadual Mosenhor Sarrion. A Escola Sarrion era considerada a melhor na minha época, o SESI, nem preciso dizer o quão é maravilhoso.

Quase gabaritei língua portuguesa nesse último seletivo, errei uma por bobeira. Assim, eu só tenho a agradecer aos meus queridos professores de português. Este sucesso eu dedico a vocês:
Professora Loide (SESI)
Professor Paulo Benício (SESI)
Professor Antônio Garrio (SESI)
Professora Neusa (Sarrion)

Não posso deixar de fora as Tias, simmmm na minha época as chamávamos assim. Elas foram as primeiras a me ensinar as letras, as cores e coordenação motora fina:
Tia Neusa (SESI)
Tia Marisa (SESI)
Tia Nanete (SESI)
Tia Janete (SESI)

Obrigada por tudo! Saibam que o trabalho de vocês deu certo! Espero ser tão boa quanto vocês um dia. Um beijo de sua aluna Nilcéa Inaê