quinta-feira, 15 de março de 2012

Dias de Treinamento

Terceiro Dia em São Paulo (14/03)


No período da manhã fui a pé até o prédio da Nova Prolink. Na noite anterior caminhei uma boa parte dela na companhia do meu grande, querido e persistente amigo, Adriano Orosco, o Drico. Fomos a Fnac, a Livraria Cultura, ao Chig-Ling e por fim em um pequeno shopping a caminho do meu hotel.
Esqueci de dizer que no primeiro dia em São Paulo eu encontrei um judeu ortodoxo! OK! Sei que aqui se encontra de um tudo, mas achei divertido encontrá-lo, sei lá, bobeira minha. Claro que eu pensei o que sempre penso quando vejo um judeu... Que é: será que ele usa babyliss para fazer aquele rococó das laterais? Juro que penso isso! Mas confesso que não estou sendo totalmente sincera, porque quando fico sabendo que um homem é judeu a primeira coisa que me vem a cabeça é, é, isso mesmo, isso que você acabou de pensar. Não, eu não o cobiço e nem quero ver, simplesmente me vem esta informação. Eu não sou safada, sou Wando rsrsrsrsr.
Seguindo a dica de um nativo me arrisquei sozinha até a Rua Teodoro Sampaio, metrô Clínicas. Como estava indo a um lugar desconhecido, decidi deixar o note no hotel. Fui, mesmo já ter recebido a informação de que a referida rua comercializa instrumentos musicais e afins. Quando lá cheguei 99% das lojas já estavam fechadas! Não eram seis horas! Perguntei a pessoa mais bem informada na rua, ou seja, o Tio Camelô, e ele confirmou a informação. Lugar errado então eu voltei, pois estava faminta.
Acho incrível, desde que cheguei aqui as pessoas para quem disse de onde sou fazem os mesmos comentários, que são:
Primeiro: tem um parente do parente que mora em Prudente (desculpem a rima infantil);
Segundo: é looonnnnggggeeee;
Terceiro: é quennnttteeeee;
O segundo e o terceiro se intercalam. Tá, eu sei o quanto Presidente Prudente é longe e sei o quanto derreto lá, mesmo assim eu Curto! Sou Prudentina. Tenho minhas revoltas, penso que Prudentino é igual a erva daninha. E aqui cabe um comentário. Quando eu esperava o Drico na frente da Fnac, vocês acreditam que vi um cara da minha terra? Com tanta gente transitando na Paulista e eu encontro um conterrâneo afff.
Inté.

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