No período da manhã fui a pé até o prédio da Nova
Prolink. Na noite anterior caminhei uma boa parte dela na companhia do meu
grande, querido e persistente amigo, Adriano Orosco, o Drico. Fomos a Fnac, a
Livraria Cultura, ao Chig-Ling e por fim em um pequeno shopping a caminho do
meu hotel.
Esqueci de dizer que no primeiro dia em São Paulo eu
encontrei um judeu ortodoxo! OK! Sei que aqui se encontra de um tudo, mas achei
divertido encontrá-lo, sei lá, bobeira minha. Claro que eu pensei o que sempre
penso quando vejo um judeu... Que é: será que ele usa babyliss para fazer
aquele rococó das laterais? Juro que penso isso! Mas confesso que não estou
sendo totalmente sincera, porque quando fico sabendo que um homem é judeu a
primeira coisa que me vem a cabeça é, é, isso mesmo, isso que você acabou de
pensar. Não, eu não o cobiço e nem quero ver, simplesmente me vem esta
informação. Eu não sou safada, sou Wando rsrsrsrsr.
Seguindo a dica de um nativo me arrisquei sozinha até
a Rua Teodoro Sampaio, metrô Clínicas. Como estava indo a um lugar desconhecido,
decidi deixar o note no hotel. Fui, mesmo já ter recebido a informação de que a
referida rua comercializa instrumentos musicais e afins. Quando lá cheguei 99% das
lojas já estavam fechadas! Não eram seis horas! Perguntei a pessoa mais bem
informada na rua, ou seja, o Tio Camelô, e ele confirmou a informação. Lugar errado
então eu voltei, pois estava faminta.
Acho incrível, desde que cheguei aqui as pessoas para
quem disse de onde sou fazem os mesmos comentários, que são:
Primeiro: tem um parente do parente que mora em
Prudente (desculpem a rima infantil);
Segundo: é looonnnnggggeeee;
Terceiro: é quennnttteeeee;
O segundo e o terceiro se intercalam. Tá, eu sei o quanto Presidente Prudente é longe e sei
o quanto derreto lá, mesmo assim eu Curto! Sou Prudentina. Tenho minhas
revoltas, penso que Prudentino é igual a erva daninha. E aqui cabe um
comentário. Quando eu esperava o Drico na frente da Fnac, vocês acreditam que
vi um cara da minha terra? Com tanta gente transitando na Paulista e eu
encontro um conterrâneo afff.
Inté.
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