Nem adianta vir ler este na esperança de relatos picantes, sexys ou de duplo sentido, volta pro Face, tarado! Bem, continuando, amor meu e eu passamos nossa Lua de Mel em Aracaju. Digo que foi Lua de Mel porque no dia 08 de Dezembro de 2013 eu deixei a casa de mamãe... chorando. Por isso a viagem de final de ano teve esta especialidade.
A cidade é linda! A praia uma delícia. Mas, tem sempre um mas, não existe uma lixeira sequer ao longo da mesma. Encontrei sacos plásticos, fralda descartáveis e até vidro de água oxigenada! Eita mulherada, por que não descolorem em casa estes pelos?! Outra situação estranha foi os pontos de ônibus, eu não vi nenhuma cobertura para proteger os pobres usuários do transporte público, acreditam! E naquela terra o Sol arde muito!
Meu Marido era avesso a tomar Sol, eu também sou, por isso íamos a praia no final do dia. Mas uma coisa que me deixou doida foi o fato dele me fazer "camelar" naquela cidade a procura de restaurante. Teve um que eu andei tanto, mas tanto que fiquei com a marca ridícula do short. Quando descobri onde ela queria ir e que faltava quilômetros, dei meia volta e larguei o Marido.
Tá, isso não é coisa que se faça, mas eu não estava aguentando mais. No dia anterior ele me arrastou para o comércio, algo do tipo calçadão repleto de gente, cheiro de urina, Sol de derreter. Ele queria rocar a pilha do relógio. Uma dama na porta de um bar cuspiu no chão e quase acertou meus pés, quanta finesa!
Voltando a busca por comida, deixo uma dica: nunca comam em restaurantes, prestigiem as barracas! Entramos em outro restaurante e eu deixei claro que se os preços fossem altos eu simplesmente levantaria e iria embora. Ele não quis. Pediu uma garrafa de cerveja, comemos e quando veio a conta, o susto. Sabem quanto custou a cerveja filha única que tomamos? R$ 10,80.
Quase 11 contos! eu tive ímpetos de gritar: "Garçom, traga a minha Puta, agora!" Não, porque de acordo com meu simplório conhecimento, que se baseia apenas em dedução, cerveja a este valor só em Puteiro! Eu queria a minha Puta rebolando sobre a mesa na minha cara. Disse isso ao Marido e ele concordou, acho que ele deve saber mais sobre a tabela de estabelecimentos libidinosos e afins, pelo simples fato de ser homem. Será? Vamos acreditar.
Comprei presentes, engordei, ganhei presente do Amor-Marido. E como tudo o que é bom dura pouco, voltamos a nossa realidade sem Mar.
A cidade é linda! A praia uma delícia. Mas, tem sempre um mas, não existe uma lixeira sequer ao longo da mesma. Encontrei sacos plásticos, fralda descartáveis e até vidro de água oxigenada! Eita mulherada, por que não descolorem em casa estes pelos?! Outra situação estranha foi os pontos de ônibus, eu não vi nenhuma cobertura para proteger os pobres usuários do transporte público, acreditam! E naquela terra o Sol arde muito!
Meu Marido era avesso a tomar Sol, eu também sou, por isso íamos a praia no final do dia. Mas uma coisa que me deixou doida foi o fato dele me fazer "camelar" naquela cidade a procura de restaurante. Teve um que eu andei tanto, mas tanto que fiquei com a marca ridícula do short. Quando descobri onde ela queria ir e que faltava quilômetros, dei meia volta e larguei o Marido.
Tá, isso não é coisa que se faça, mas eu não estava aguentando mais. No dia anterior ele me arrastou para o comércio, algo do tipo calçadão repleto de gente, cheiro de urina, Sol de derreter. Ele queria rocar a pilha do relógio. Uma dama na porta de um bar cuspiu no chão e quase acertou meus pés, quanta finesa!
Voltando a busca por comida, deixo uma dica: nunca comam em restaurantes, prestigiem as barracas! Entramos em outro restaurante e eu deixei claro que se os preços fossem altos eu simplesmente levantaria e iria embora. Ele não quis. Pediu uma garrafa de cerveja, comemos e quando veio a conta, o susto. Sabem quanto custou a cerveja filha única que tomamos? R$ 10,80.
Quase 11 contos! eu tive ímpetos de gritar: "Garçom, traga a minha Puta, agora!" Não, porque de acordo com meu simplório conhecimento, que se baseia apenas em dedução, cerveja a este valor só em Puteiro! Eu queria a minha Puta rebolando sobre a mesa na minha cara. Disse isso ao Marido e ele concordou, acho que ele deve saber mais sobre a tabela de estabelecimentos libidinosos e afins, pelo simples fato de ser homem. Será? Vamos acreditar.
Comprei presentes, engordei, ganhei presente do Amor-Marido. E como tudo o que é bom dura pouco, voltamos a nossa realidade sem Mar.
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