Eu sei que sou um tanto relapsa com este blog, que eu deveria escrever mais, mas sabem com é, preguiça quando se tem tempo, falta de tempo quando se tem inspiração, falta de meios quando se tem inspiração.
Por isso decidi escrever no papel e espero superar o ócio e passar para o blog. Machado de Assis que me dê forças!
Se você, intrépido leitor, está lendo este, dê vivas! Venci a preguiça!. Mas vamos parar com as delongas e iniciar o tema de hoje. Meu amigo Antônio Júnior compartilhou uma matéria no Facebook. Tal matéria fala sobre 21 fotografias que resgatam a fé na humanidade.
Logo de pronto, há uma foto de pessoas se manifestando na Parada Gay. Os cartazes têm frases de pedidos de desculpas. Os cristão pedem perdão pela forma como a igreja tratam a homossexualidade como também a má interpretação da Bíblia sobre o mesmo. Vejam as fotos:
Confesso que fiquei emocionada. A foto dos manifestantes abraçam um homossexual da Parada é linda. Trata-se de um abraço realmente cristão. Porem, todavia, contudo, algo mais me chamou a atenção. Um que de incomodo. O rapaz gay estava na Parada usando apenas cueca branca?!
Antes que eu seja espancada pelo militantes gays ou criticada por cobiçar o corpão do dono da cueca, permitam-me explicar.
Os preconceituosos, homofóbicos, pseudo cristãos usam a Bíblia para atacar e condenar o homossexualismo. Usam esta denominação: Homossexualismo. Ressalva-se esta conotação de doença, basta comparar a tabagismo, alcoolismo etc.
A tese é que homossexuais atentam contra a família e a natureza criada por Deus. Que eles são algo deturpado, marginal e vulgar. Aí a criatura vai a parada de cuecas!Francamente, como dissociar a homossexualidade do promíscuo? Como almejar ser tratado como respeito e não como um marginal e indecente?
Se vamos a um advogado, esperamos que ele se apresente como tal. Não, eu não queria que o rapaz estivesse de terno, entretanto, ter uma postura que faça com os demais te respeitem já é meio caminho andado para que, pelo menos os hipócritas, nada digam... mesmo que pelo medo.
Falei


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