domingo, 16 de outubro de 2011

Nilcéa Inaê



Como sou, ainda não consegui definir. Após longos 35 anos de "convivência" ainda não cheguei a um denominador comum. Mas talvez nunca chegue, pois não se trata de números e matemática... o que é uma pena.

Seria mais simples somar 1 + 1 e ter o resultado. Faço esta simples soma por dois motivos:

1º porque quem faz Direito não sabe fazer conta;

2º complicamos muito a vida fora das ciências exatas, que quis dar algo mais simplório aqui.

Voltando a mim, já que o mundo gira ao redor do meu umbigo, pelo menos hoje. Já falei minha idade, o que resta?

Hum, meu cabelo não é loiro e nem liso, eu sou de 1976, 19 de abril, 21:30hs para ser mais exata. Tenho medo da solidão, não tenho medo de Estar sozinha, mas de Ser sozinha. Porque o Estar pode ser apenas hoje e amanhã passa, já o Ser...

Quando eu era criança eu tinha certeza que não chegaria aos 50, e hoje, olha eu indo, indo. Ainda gosto de Barbie ruiva (mas não a encontro) e bolinho de chuva em dia de chuva, mas faz tempo que não os devoro. Tudo bem, também não subo em árvores como antigamente e as goiabas de hoje não são doces como de outrora.

Essa é a desvantagem de se envelhecer, a gente se acovarda pra muitas coisas e fica remoendo os erros como se fosse capaz de consertá-los. Bem, já era! Peço desculpas pelas bobagens que fiz e dou garantia que cometerei muitas outras, se Deus quiser, Amém!

Porque a vida é assim, um constante aprendizado, tropeços, sorrisos e lágrimas. esta é uma pequena parcela de mim, que com certeza será outra faceta daqui algum tempo até o último momento em que fecharei os olhos e partirei para uma nova jornada.

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