
Pois é entrei no Rotary! Depois de quase 15 anos no Rotaract mesmo que só de alma, pois não tinha coragem de impor minha presença nas reuniões já que não era mais rotaractiana, finalmente virei rotariana e isso dói.
É diferente, quando estamos no Rotaract e olhamos os rotarianos, nos perguntamos preconceituosamente: Existe vida depois do Rotaract? Agora eu sei: Existe!
Olhamos os rotarianos tão sisudos, tão protocolares... Será que nos aceitariam? Vindos de Rotaracts que são tão festivos e fanfarrões.
Eu particularmente tinha medo de não ser aceita em nenhum Rotary, claro que nos Rotarys que só tem homens eu seria REJEITADA, evidente, mas os de quadro social misto me aceitariam?
Fui informalmente convidada a entrar em um clube que só tem sócias, só mulheres, quase entrei, faltou pouco, todavia, em toda a minha trajetória de rotaract eu critiquei (confesso!) os clubes só de homens e agora iria ingressar em um só de mulheres?!
Espero ser desculpada, não deu! Ingressei em um Rotary que precisava de mim tanto quanto eu precisava dele. Ingressei alardeada de amigos/companheiros de Rotaract e com minha irmãzinha, minha Ídola. Poderia ser melhor?
Quanto a questão que já respondi, se há vida no Rotary. Há e muita, como também brincadeiras como uma que o companheiro DO MEU CLUBE DE ROTARY, Eduardo Tannus nos contou mas que vou deixar para uma outra vez...
Valeu Paul Harris, Gustavus Loerh, Hiram Shorem e Silvester Schiele! Espero ser digna de me dizer Rotariana.
O Rei Roberto diria "são tantas as emoções",
ResponderExcluirCherloc Homes (?) diaria "são tantos mistérios à desvendar",
Eu digo, com toda alegria e satisfação, "são tantos amigos". Verdade, o Rotary é uma máquina de fazer amigos. Principalmente nas reuniões de clubes. Seja benvinda e conte sempre comigo. Heraldo
Acompanhei um fragmento deste sentimento, sempre compartilhado com os companheiros. Na minha fase pós Rotaract, deixei de ser companheiro para receber apenas, e não menos calorosa, a amizade. E agora, flagrando seu desabafo quase poético, sinto de novo aquele sentimento que senti quando decidi entrar no Rotaract, aquela vontade de virar companheiro.
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