Queridos, amados e intrépidos leitores, por favor, desculpem os erros de português e também a confusão narrativa. Tal fato se dá porque estou embriagada. Isso mesmo, bêbada, alegrinha, alcoolizada. Eu não vou revisar este texto, desculpe, mas você terá que sofrer na interpretação.
Estou no segundo ano de pedagogia. A faculdade é maravilhosa! A aluna aqui que é meia boca. Sorry! Eu aprendi nesse tempo de nova graduação que a elite dominante estabeleceu os currículos administrados nas escolas. Se você não entendeu, eu explico, sabe quando você se perguntou porque tinha que aprender determinado assunto e não um outro?! É isso! Você estudou grandes escritores HOMENS e não grandes escritoras MULHERES porque alguém estabeleceu a ordem de importância, o que é relevante você aprender e o que não é.
Por exemplo: você já ouviu falar em Carolina Maria De Jesus? Claro que não! E se fizer uma busca rápida no Google saberá que esta mulher foi uma mulher negra, que pouco estudou e mesmo assim escreveu pelo menos 4 livros, sendo agraciada em 1961 com a "Orden Cabellero Del Tornillo" na Argentina. E você? Quando ouviu algo sobre ela ou sobre qualquer outra escritora do perfil dela? Eu respondo: NUNCA. Por que na ordem de relevância uma MULHER, NEGRA e FAVELADA é apenas estatística.
Antes eu criticava as pessoas que ouvem músicas diferentes do padrão, classificando como de "mau gosto" depois de começar esta segunda graduação eu me pergunto que me deu autoridade para estabelecer o que é padrão. Eu não gosto de música sertaneja, não curto funk, mas isso é o meu gosto que devo guardar para mim. Não gosto, mudo a estação de rádio, troco o CD rsrsrsrs saiu do ambiente. É o meu padrão que não é consenso e nem padrão universal.
E agora a moda é outra. Pra piorar a situação, a minha pelo menos, o legal é se dizer eclético, é se colocar como sendo aquela pessoa que aceita todos os gostos, quando na real tem o seus bem simples. É de descolar o rego da bunda! Eu tenho o meu gosto e a minha opinião, guardo para mim e sigo o MEU padrão somente meu. Aí vem o Zé Ruela me criticar, dizendo que eu devo ser mais eclética. E eu não sei se esmurro, se mostro o dedo médio ou deixo falando sozinho.
Esse mundo está muito chato! Ou você é de direita ou é de esquerda. Não pode ser você mesmo. E eu estou velha demais para aturar tudo isso. Vou comer um chocolate. Já volto. Beijo no corpo!
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