quarta-feira, 5 de abril de 2017

Rapidinhas com a Nilka - Julgamento

Briguei com uma pessoa esta semana. No embate, falávamos de como eu deveria ser ou não. Em outro cenário, com outros personagens, ou melhor dizendo, no Big Brother Brasil 17. Sim, eu assisto isto, me julguem! Um participante dizia como outro deveria ser porque assim seria alguém mais bem quisto, e eu pergunto, ser mais legalzinho a que propósito?

As pessoas estão com um modelo de ser certinho e convencional e tudo o que for fora disso é imoral, ilegal e engorda. O Facebook e outras redes sociais são culpados por este padrão comercial de margarina que todo mundo deve seguir.

Parece que se ter tristeza, frustrações e bicho de pé não cabem nessa nova sociedade onde todos devem ser líderes, pro ativos. Isso deprime, isso ofende e escraviza. Cadê aqueles jovens com ideais mais humanitários e menos entorno de seus próprios umbigos?

Eu cresci com amigos que, assim como eu, queriam mudar o mundo. Nós queríamos fazer a diferença. Hoje parece que a ordem do dia é fazer diferente para se ter fama. Seguir um padrão para ser conhecido e seguido, não importando como se atinge esta meta.

A pessoa em questão com quem eu briguei me chamou de lerda. Para os padrões DELA, eu sou lerda, por que ELA teria feito a minha tarefa de maneira mais rápida e eficiente. Eu retruquei que isso era a análise DELA e que não seria uma verdade absoluta. Disse que lerda era a senhora mãe dela que a pariu, que poderia ter ficado quietinha e feito um bem a humanidade. Porque eu sou dessas: ataco pra matar! Pela resposta atacando outra mulher, eu mereço puxões de orelha, e só. EU NÃO SOU LERDA!

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