sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Casamento Blindado

Olá! 2015, muita gente fez promessas para este ano... Menos eu! Não fiz grandes promessas e nem estabeleci objetivos difíceis de serem alcançados, porque sei que não cumprirei. FATO. Combinei comigo mesma que tentarei ler um livro por mês. Comecei a ler em Dezembro e em janeiro já foram dois. Lucro!!

Estou lendo agora um livro que comprei faz tempo, mas que meu preconceito e a preguiça não me deixaram ler antes. Estou lendo o livro "Casamento Blindado". Isso mesmo. Estou lendo um livro cujos autores são da Igreja Universal. Pausa para interrogações (...)

Alguns devem se perguntar como uma espírita como eu estou lendo um livro do povo da Universal. Confesso também que sempre que posso assisto o programa deles, chamado "The Love School". Nome cafona, eu acho, mas não faz muita diferença na ordem do dia eu gostar ou não.

São interessantes tanto o livro quanto o programa. Eu presto atenção nos conselhos, filtro o que cabe a mim ou o que posso utilizar e ignoro a parte religiosa. Apesar que, eles não entram nessa área. São espertos, afinal um programa de televisão abrange não apenas o público de sua fé, não é?!

E esta coisa de aconselhar casais está tão na moda e deve estar dando tanto dinheiro que outro dia eu fiz questão de assistir um vídeo que, pasmem, um pastor dava conselhos sexuais a platéia. Esse tipo de coisa será difícil um padre fazer, sabe como é...celibato etc e tal. Se bem que... (esquecem).

No vídeo o pastor falou de como o marido pode agradar a esposa e vice e versa. Conselhos mais que batidos e conhecidos de todos. Mas a cereja do bolo foi os conselhos sobre sexo oral e sexo anal. É isso mesmo que você leu! Um pastor estava dano "aval" para as pessoas liberarem seus "bogas", "uc", zóinho de porco".. "onde não bate Sol". Dá pra acreditar? Acredita sem dar mesmo.

O livro está interessante. Eu não vou me converter por estar lendo o mesmo. O que eu acho meio chato é ficar escrevendo coisas nas redes sociais. São tarefas a acda final de capítulo. É uma boa ideia para se fazer divulgação, fora que cria um compromisso de quem está lendo. Eu recomendo a leitura.

Não sou do tipo que vai taxar como ruim algo só porque não é da minha religião, ou porque é de uma religião que diverge da minha. Isso se chama respeito!



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