sexta-feira, 26 de abril de 2013

Jesus é bom. Eu não!

Uma pessoa amiga outro dia me perguntou qual o meu problema. Eu disse nada, só me falta dinheiro. E isso me faz lembrar uma outra pessoa, que ao tentar confrontar a minha fé, me perguntou: "Além de paz espiritual  o que mais a sua religião te dá?" Ele queria saber especificamente se minha religião me dá bens materiais. Eu lhe respondi que ela dá força e coragem para trabalhar e "ganhar o meu". Eu não barganho com Deus, apesar de que se isso fosse possível, creio que não conseguiria muita coisa com o Altíssimo.

Mudando de assunto, mas nem tanto, sou seguidora de regras, tanto que meu cargo predileto no Rotary é Diretor de Protocolo. Vi o quanto isso é importante hoje, ao tentar acelerar as visitas dos intercambiários do Rotary no SENAI, no Matarazzo, enfim, em tudo, mas uma coisa positiva eu fiz. Eu sorri muito! Não fiquei com a minha cara de brava e fui amável com todos, apesar do alerta ESTAMOS ATRASADOS estar quase sem forças de tanto apitar.

E isso me faz lembrar uma outra coisa. Recebi conselhos das grandiosas e glamorosas da Avon para que eu seja mais flexível com as regras, mais comercial. OK pensei eu, serei mais isso aí. Entretanto eu pergunto até onde palavras não bem colocadas como estas podem arruinar uma pessoa? Explico. Descobri que um empregador meu anda dizendo que eu sou "burocrática" e muito "ligada às regras", que ele tentou mudar isso em mim, porem não conseguiu.

Para tudo! Para o brinquedo que eu quero descer! Quem é ele para tentar mudar algo em alguém? E esta notícia é fornecida a quem lhe pergunta a respeito da Dra. Nilcéa. Quem é ele para me fechar as portas dos escritórios de advocacia assim? Um líder? Um estrategista? COM CERTEZA NÃO!! Eu poderia descrever seu trato com seus subordinados, aproveitar que estou com umas Bavarias na cabeça, pois vocês sabem que Álcool e Verdade não habitam o mesmo corpo.  Humm creio que dar detalhes desta minha teoria seria um tanto "recalque" da minha parte, então não direi.

Tive ímpetos de invadir sua sala e lhe dar "de dedo na cara", perguntando: "quem você pensa que é, seu filho da puta? continua se sentindo um Sol neste seu micro-universo e me esquece!". Não farei isso. A única prova contra que tenho que ofertar é a mim mesma. Usar isso como combustível a meu favor e fazer mais e melhor! Mas deixa estar, como diria a minha avó, a barriga não dói só uma vez, espero que quando a gente se reencontrar a minha religião me traga Paz no coração. Se meu coração estiver peludo não vai ser nada cristão da minha parte, ah, não vai mesmo.... Delícia.

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