
Por: Nilka Costa
Hoje não é Natal, nem Ano Bom e muito menos o meu aniversário, porem, a minha vontade é de receber você de presente agora, abrir os braços e sentir todo o seu ser em mim.
Sei que não sou uma boa menina, mas garanto que comi toda a verdura do prato e não maltratei nenhum gato, por isso, mereço você enlaçado em cetim vermelho.
Meu aguardado “Presente de Papai do Céu”, por favor, não se faça de rogado corra até mim. Vem que minha espera me faz egoísta e depois não vou querer dividir a sua atenção nem com seu Anjo da Guarda.
Tenho tantas novas para lhe contar. Tantas conquistas que resolvi me dar, com certeza você terá orgulho desta sua mulher... Sua somente sua.
Quero caminhar de braços dados com você, sentido a grama sob os pés sem nada dizer. Olhá-lo furtivamente com um sorriso tolo nos lábios e mostrar-lhe a ponta da língua pedindo beijo, pedindo cheiro e chamego.
Contemplo as nuvens. Elas prenunciam o início de meu crepúsculo e eu aqui a esperar. Meu coração tão poético e solitário lhe dedica poemas de amor. Eu preciso de um Muso, que é você.
Minha vida, meu sopro... Sou terra bendita e fértil para frutificar a sua sementeira e completa de você gerarei nossos frutos... Venha!
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