Este poema eu escrevi há muito tempo, nem me lembro quando. Estava esquecido em uma pasta do PC. É um poema da minha fase apimentada antropofágica rsrssr...Espero não ter que reclassificar meu blog por isso.
Por que o meu anverso tem a tua face?
E o meu verso insiste em ser Nua!
Nas pontas dos meus dedos a satisfação solitária,
Pois tu não pertences à única mão.
És profano, és insano e Putano.
Tua tez andaluza eu quero ver corpo adentro,
Percorrer, lamber, engolir com condimento.
Anjo desejoso! Anjo? Não! Demônio, Tentação, Luxúria Demente.
És pecado não revelado atrás de lentes.
Pince-nez embaçado no arfã de nossa transa,
Presente que oferto àquele em doce Vingança.
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